DA REDAÇÃO
A Assembleia de Deus Ministério Madureira, vinculada à Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (CONAMAD), mantém doutrinas pentecostais tradicionais que classificam o adultério como pecado grave e incompatível com a conduta exigida de pastores e líderes ministeriais.
Com base em diretrizes internas, princípios bíblicos e práticas adotadas historicamente pela denominação, o tratamento de casos envolvendo adultério costuma seguir medidas disciplinares e administrativas específicas.
Afastamento e suspensão
Quando há comprovação de adultério, o líder religioso é normalmente afastado de suas funções ministeriais, podendo perder cargos, ordenações e responsabilidades pastorais. A medida busca preservar a integridade institucional e a autoridade moral da liderança.
Consequências eclesiásticas e doutrinárias
O adultério é entendido como quebra da aliança matrimonial e violação dos princípios bíblicos citados em textos como Mateus 5:32 e Mateus 19:9. Essa condição pode resultar na perda da autoridade moral e funcional para o exercício do ministério pastoral.
Diretrizes relacionadas ao divórcio
Em situações decorrentes de infidelidade conjugal, a igreja admite o divórcio como exceção, conforme interpretação bíblica adotada pela denominação. Ao longo dos anos, diretrizes internas foram ajustadas para regulamentar casos envolvendo pastores e líderes.
Tratamento interno e disciplina institucional
Os casos são, em regra, tratados internamente pelas convenções e lideranças do ministério, com foco na disciplina e na preservação institucional. No entanto, episódios de maior repercussão pública já resultaram em afastamentos definitivos, renúncias e repercussão nacional.
Fontes:
Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (CONAMAD); Estatutos e regimentos internos da Assembleia de Deus Ministério Madureira; Bíblia Sagrada — Evangelho de Mateus, capítulos 5 e 19; documentos doutrinários e disciplinares das Assembleias de Deus no Brasil.